Olá Mundo!!!











{Fevereiro 11, 2009}   O pior slogan do século

Saiu na Super Interessante em 2008

O governo da Escócia pagou R$ 400 mil para uma agência de publicidade bolar um slogan para o país. Depois de 6 meses de labuta, os publicitários chegaram a esta maravilha: “Bem-vindo à Escócia”.

Vai entender..afinal não se pode julgar. Quem sabe não foram apresentadas outras propostas e no fim os caras gostaram dessa??? Ou, esse era o slogan que se encaixa no perfil do país??

Na verdade o que me chamou atenção não foi o slogan apresentado…Mas 400 mil por um slogan, fala sééério!!!!

 Caso que merece alguma reflexão.

slogan21



Sendo eu, uma verdadeira fã do ciclismo e também vítima da superlotação de carros na cidade, vou postar um artigo bem interessante que recebi por e-mail.

Quem se interessar pelo assunto sugiro também a leitura do livro: Apocalipse Motorizado de Ned. Ludd (org.)

31/03/2008 às 08:29
www.olhardireto.com.br/artigoseopinioes/artigo.asp?cod=1773

A bicicleta é um veiculo que recebe pouca atenção dentro da sociedade capitalista, embora alguns países reconheçam e adotem medidas para que a bicicleta seja vivenciada como veiculo do cotidiano. No caso brasileiro ela tem que lutar contra a ditadura do carro. É como diz aquele slogan “carro, paixão de todo brasileiro”. Imagine se ao contrário disso, a propaganda fosse “bicicleta, paixão de todo brasileiro”. O que teríamos? Antes de ser taxado de utópico e homem da floresta, reconheço a importância do carro enquanto veículo que transporta os seres-humanos para lugares longínquos, sua imensa barreira que ele pode quebrar a velocidade que ele permite imprimir, enfim boas razões não faltam. Nem se cogita aqui da abolição do automóvel. Mas será que o carro tem tido apenas a função de locomoção? Pois bem, o que teríamos se nossa sociedade valorizasse a bicicleta como veiculo de transporte? Sou um ciclista que circula pela cidade e apontarei algumas vantagens que a magrela tem em relação ao carro.

Hoje todos sabem que uma grande questão que atormenta a humanidade são as questões ligadas ao meio ambiente. É uma situação que afeta a todos nós e os veículos despejam no ar atmosférico imensa quantidade de poluentes. E a bicicleta? Ela se movimenta sem necessidade de combustível exceto a força das nossas pernas para que a propulsão seja possível.

Outro ponto. O sedentarismo também está presente no ritmo de vida acelerado que vivemos. O individuo é preso pela cadeia do trabalho e ocupações diárias que pouco tempo sobre para cuidar da atividade física. Então a bicicleta tem essa função também de coadjuvante de exercício físico. Por meio dela, queimamos calorias, fortalecemos a musculatura da perna, ganhamos uma maior capacidade cardio-respiratória. E o que o carro nos dá em termos de condicionamento físico? Talvez, alguma definição nas panturrilhas quando se troca de marchas. Fico assustado quando vejo sair no mercado mais um carro que tem câmbio automático. A bicicleta proporciona uma atividade contemplativa e ao mesmo tempo dinâmica. O corpo todo se movimenta em cima de uma bicicleta. Os sentidos se aguçam, a percepção aumenta. Você pode parar para observar uma paisagem, olhar alguma coisa curiosa na avenida ou até mesmo respirar profundo para descansar na pedalada. E o carro? O que ele proporciona em termos de paisagismos? Nada, quase nada. O carro é como uma sessão de cinema que se olha através do vidro. A vida transcorre e o condutor fica passível diante da sua poltrona. Alguns chegam a escurecer totalmente seus veículos para não serem vistos. A bicicleta interage com o meio.

Em termos de engenharia de tráfego, a bicicleta cabe num espaço bastante pequeno. E o carro? Quantas bicicletas caberiam no espaço de uma caminhonete? Arrisco afirmar que no mínimo quatro. Por isso hoje se pensa na bicicleta como um transporte alternativo, uma vez que o engarrafamento é um mal dos grandes centros. A bicicleta teria uma mobilidade maior. Espero que as autoridades que fazem a gestão do trânsito possam pensar mais nesse veiculo tão esquecido. Certamente que não basta apenas a criação de ciclovias na cidade. É preciso mais que isso. De que adiante termos ciclovias, mas que são desrespeitadas por motociclistas?Além disso, os próprios ciclistas não tem visibilidade pública. É um grupo bastante heterogêneo e quando se faz referência a eles é quase sempre de forma estigmatizada.

Se o leitor me achou sonhador. Agradecerei. Sou mesmo. Agora, se o leitor ainda não consegue trocar o carro pela bicicleta como meio de transporte, que a use para ir à esquina da padaria, visitar amigos próximos, ir ao parque. Ou você não se lembra de como foi delicioso descobrir o prazer de pedalar?

Carlos Henrique
Advogado Pós-graduado em Direito Público
Servidor Público



{Março 22, 2008}   Filosofia libertária

A História de Thelema
Thelema é uma palavra grega que significa “vontade”.
Esta palavra foi escolhida para designar um sistema
filosófico, cujo o corpo central exorta homens e
mulheres a se tornarem seres livres, utilizando como
método a descoberta de suas Verdadeiras Vontades.

Thelema vem sendo elaborada há mais de um século e
tem sido uma filosofia aceita e firmemente difundida
ao redor do mundo através de várias organizações
thelemicas, sendo a Ordo Templi Orientis a de maior
destaque internacional.

A Filosofia de Thelema foi fundada em 1904 pelo mago e
ocultista inglês, Aleister Crowley, a partir do
recebimento de um Texto Sagrado entitulado
“Liber Al vel Legis”, ou, simplesmente, “O Livro da
Lei”. Este Livro Sagrado contém os fundamentos mágicos,
místicos e filosóficos que formam as bases do sistema
legado ao mundo por Crowley.

Os postulados máximos da Filosofia de Thelema são:
“Faz o que tu queres será o todo da Lei”
“Amor é a lei, amor sob vontade.”
Dentre os diversos  pensadores dessa filosofia, o mais
proeminente e incisivo foi François Rabelaus que, em
1532,  escreve o famoso livro “Gargantua e Pantagruel”.
Neste livro Rabelaus fala da fundação de uma  “Abadia de
Thelema”, um local proposto para o desenvolvimento das
virtudes humanas e que era  extremamente contrário às
idéias cristãs da época. A regra máxima da “Abadia de
Thelema” era: “Faz o tu que queres”.

fonte: <a href=”http://www.ordotempliorientisbrasil.org/” e Cyberblue.



etc.