Olá Mundo!!!











{março 16, 2009}   Retorno em breve…

 

status: Meditando….desfrutando…



{fevereiro 26, 2009}   !!!

Fê

Ela sofria, ele nem ligava. Ela chorava, ele ria. Ela falava, ele não ouvia. Ele mentia , ela acreditava.Ela o esperava, ele não voltava. Ela queria coisa séria, ele só queria se divertir. Ela sorria pra ele, ele ria dela. Ela acreditava em tudo que ele dizia, ele dizia o mesmo para as outras. Ela queria pra sempre, ele só por um momento. Ela se entregava, ele evitava. Ela falava: eu te amo, ele apenas sorria. Ela ficava por conteúdo, ele ficava por quantidade. Ela procurava o príncipe, ele procurava a próxima. Ela queria-o, ele queria uma. Ele descobriu que ela era a única, ela descobriu que ele era só MAIS UM!!!



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A felicidade que nos traz a inocência de uma criança

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Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

 

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver.Adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

 

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejam
mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

 

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; excesso de reuniões e relações vazias.

 

 Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.

 

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, Ame… AME MUITO.

 

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!!!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado. 
 

 

 

 

 



{fevereiro 11, 2009}   O pior slogan do século

Saiu na Super Interessante em 2008

O governo da Escócia pagou R$ 400 mil para uma agência de publicidade bolar um slogan para o país. Depois de 6 meses de labuta, os publicitários chegaram a esta maravilha: “Bem-vindo à Escócia”.

Vai entender..afinal não se pode julgar. Quem sabe não foram apresentadas outras propostas e no fim os caras gostaram dessa??? Ou, esse era o slogan que se encaixa no perfil do país??

Na verdade o que me chamou atenção não foi o slogan apresentado…Mas 400 mil por um slogan, fala sééério!!!!

 Caso que merece alguma reflexão.

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{fevereiro 9, 2009}   Semanário
...

Na segunda-feira trabalho.
Afio enganos, anos e anos.

Na terça-feira trabalho.
Faço promessas de vagar
e de pressas.

Na sexta-feira trabalho.
Descubro um buraco na calça.
Outro buraco na alma.
Liquido a traça.

Na quarta-feira trabalho.
Empilho o tédio em caixas.
Penduro em branco nas ruas,
as faixas.

Na quinta-feira trabalho.
Esqueço um percevejo
no fundo da gaveta
do desejo.

Sábado trabalho.
No fonema, no poema.
No sonho entalado da verdade.
No dilema da felicidade.

No domingo
sento numa praça deserta.
E penso, covarde,
na próxima semana
escrita no livro da liberdade.

(Lindolf Bel)


{junho 10, 2008}  

STATUS: CANSADA!



{maio 9, 2008}  

“Cansei de lero lero, dá licença mas eu vou sair do sério…”

Olho ao redor e vejo tudo muito engraçado. Estou falando das pessoas. Talvez não devesse sentir graça nas coisas que percebo mais é inevitável. Não sei explicar, talvez o que noto é tão absurdo que penso que tudo faz parte de uma piada. Nas raras vezes que assisto TV, deixo o o som mudo e só obervo aqueles seres dentro da caixinha preta e não consigo me segurar,caio na risada. Ando pelas ruas e observo a expressão de cada um. Não tem como não rir. No meu dia-a-dia os obsurdos são tantos que acabo no final sempre dando umas boas gargalhadas.

É um pena! Pena que ultimamente a maioria dos meus risos são despertados pelas coisas rídiculas e incrédulas feitas pelas pessoas. Podem me achar insensível achando graça de certas “tragédias”, mas….não consigo evitar. É o meu jeito de lidar com o mundo.

Tem uma música que diz que quem rir de tudo está em desespero. Talvez seja isso mesmo. Sei lá…

Talvez o meu desespero seja que eu me perceba dentro de uma teia da qual não quero fazer parte. De olhar para as entrelinhas e perceber coisas belas que parece que só eu enxergo.

Tá certo, as pessoas dizem que isso é normal e passageiro, todo mundo em algum momento sente isso. Será?

Ok, podem dizer que é a fomosa crise existencial, mas eu lhes asseguro, não é!Você não está entendendo nada e eu também não, pelo menos nisso estamos quites…

Ah, mas voce tem que concordar comigo, o que tem de errado achar engraçado que existam pessoas capazes de matar um milhão em favor de cem? Que tenha gente que passe a vida toda sem saber que está viva? Que existam pessoas que acham uma injustiça serem recriminadas porque sacrificam animais indefesos? Que se sentem insultadas quando um professor questiona as más condutas de seus filhos.

Epa, não vo entrar no assunto de educação se não fico escrevendo por meses a fio sem parar, só descrevendo coisas que presencio e que acho engraçado já pelo fato de irracionalmente e inexplicavelmente acontecerem, sem contar que vocês não vão acreditar e me taxaram de louca.

Blábláblá, lembro de outra música que diz “tudo bem já ouvimos tudo isso antes”

Mas o mais engraçado de tudo é que ainda sinto muita vontade de passar por essa vida e quem sabe ajudar a mudar o mundo. Utopia? ah, isso já são outros quinhentos…

Na real eu tenho um apelo. Observem mais a sua volta, sinta o mundo de verdade. Notem a beleza de sentir a energia do sol em seus poros, os espetáculos das cores do pôr do sol, o coral da chuva, o cantarolar dos pássaros, o resmungo dócil do mar, façam isso e me ajudem a sair da teia, assim não serei considerada uma alienada ou uma viajona como preferirem.



{maio 1, 2008}   Na contramão do automóvel

Sendo eu, uma verdadeira fã do ciclismo e também vítima da superlotação de carros na cidade, vou postar um artigo bem interessante que recebi por e-mail.

Quem se interessar pelo assunto sugiro também a leitura do livro: Apocalipse Motorizado de Ned. Ludd (org.)

31/03/2008 às 08:29
www.olhardireto.com.br/artigoseopinioes/artigo.asp?cod=1773

A bicicleta é um veiculo que recebe pouca atenção dentro da sociedade capitalista, embora alguns países reconheçam e adotem medidas para que a bicicleta seja vivenciada como veiculo do cotidiano. No caso brasileiro ela tem que lutar contra a ditadura do carro. É como diz aquele slogan “carro, paixão de todo brasileiro”. Imagine se ao contrário disso, a propaganda fosse “bicicleta, paixão de todo brasileiro”. O que teríamos? Antes de ser taxado de utópico e homem da floresta, reconheço a importância do carro enquanto veículo que transporta os seres-humanos para lugares longínquos, sua imensa barreira que ele pode quebrar a velocidade que ele permite imprimir, enfim boas razões não faltam. Nem se cogita aqui da abolição do automóvel. Mas será que o carro tem tido apenas a função de locomoção? Pois bem, o que teríamos se nossa sociedade valorizasse a bicicleta como veiculo de transporte? Sou um ciclista que circula pela cidade e apontarei algumas vantagens que a magrela tem em relação ao carro.

Hoje todos sabem que uma grande questão que atormenta a humanidade são as questões ligadas ao meio ambiente. É uma situação que afeta a todos nós e os veículos despejam no ar atmosférico imensa quantidade de poluentes. E a bicicleta? Ela se movimenta sem necessidade de combustível exceto a força das nossas pernas para que a propulsão seja possível.

Outro ponto. O sedentarismo também está presente no ritmo de vida acelerado que vivemos. O individuo é preso pela cadeia do trabalho e ocupações diárias que pouco tempo sobre para cuidar da atividade física. Então a bicicleta tem essa função também de coadjuvante de exercício físico. Por meio dela, queimamos calorias, fortalecemos a musculatura da perna, ganhamos uma maior capacidade cardio-respiratória. E o que o carro nos dá em termos de condicionamento físico? Talvez, alguma definição nas panturrilhas quando se troca de marchas. Fico assustado quando vejo sair no mercado mais um carro que tem câmbio automático. A bicicleta proporciona uma atividade contemplativa e ao mesmo tempo dinâmica. O corpo todo se movimenta em cima de uma bicicleta. Os sentidos se aguçam, a percepção aumenta. Você pode parar para observar uma paisagem, olhar alguma coisa curiosa na avenida ou até mesmo respirar profundo para descansar na pedalada. E o carro? O que ele proporciona em termos de paisagismos? Nada, quase nada. O carro é como uma sessão de cinema que se olha através do vidro. A vida transcorre e o condutor fica passível diante da sua poltrona. Alguns chegam a escurecer totalmente seus veículos para não serem vistos. A bicicleta interage com o meio.

Em termos de engenharia de tráfego, a bicicleta cabe num espaço bastante pequeno. E o carro? Quantas bicicletas caberiam no espaço de uma caminhonete? Arrisco afirmar que no mínimo quatro. Por isso hoje se pensa na bicicleta como um transporte alternativo, uma vez que o engarrafamento é um mal dos grandes centros. A bicicleta teria uma mobilidade maior. Espero que as autoridades que fazem a gestão do trânsito possam pensar mais nesse veiculo tão esquecido. Certamente que não basta apenas a criação de ciclovias na cidade. É preciso mais que isso. De que adiante termos ciclovias, mas que são desrespeitadas por motociclistas?Além disso, os próprios ciclistas não tem visibilidade pública. É um grupo bastante heterogêneo e quando se faz referência a eles é quase sempre de forma estigmatizada.

Se o leitor me achou sonhador. Agradecerei. Sou mesmo. Agora, se o leitor ainda não consegue trocar o carro pela bicicleta como meio de transporte, que a use para ir à esquina da padaria, visitar amigos próximos, ir ao parque. Ou você não se lembra de como foi delicioso descobrir o prazer de pedalar?

Carlos Henrique
Advogado Pós-graduado em Direito Público
Servidor Público



{abril 28, 2008}   Psicodélico

O nome dela é:
Miss Lexotan 6mg Garota
O nome dela é:
Miss Lexotan 6mg Garota

Ela não consegue relaxar
ela não consegue nem ao menos dormir
ela é tensa só porque seu amor não vive
em São Paulo nem Porto Alegre, em lugar nenhum

Ela tem andado meio frígida
tem se preocupado com as coisas do coração
ela teme intensamente que jamais
conheça um carinha que vai comê-la estando apaixonado

O nome dela é:
Miss Lexotan 6mg Garota
Lembrei o nome:
Miss Lexotan 6mg Garota

Ela era atriz no underground
hoje ela posa de modelo fotográfico
é frequentadora assídua do templo Hare Krishna
mas mesmo assim ela não fica leve

Quando o sol finalmente raiar e ela então ferrar
Quando o sol finalmente raiar e ela desmaiar
Tudo ficará positivamente mórbido...

O nome dela é:
ta ta ta ta ta Miss Lexotan
ta ta ta ta ta Miss Lexotan Garota

Ela era atriz no underground
hoje ela posa de modelo fotográfico
é frequentadora assídua do templo Hare Krishna
mas mesmo assim ela não fica leve
Miss Lexotan 6 miligramas.


{abril 14, 2008}   ESPERANÇA…

“Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão… Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena!!! ”

(Mário Quintana)



et cetera